sexta-feira, 20 de novembro de 2015




A igreja que eu quero ser é uma igreja que se importa com a fome, com o sofrimento.
A igreja que eu quero ser sente a fome do faminto, sente a sede do sedento, sente o frio do desabrigado, sente a dor do doente.
A igreja que eu quero ser mostra o caminho da salvação, mas não tem os direitos da via nem cobra o pedágio da ponte.
A igreja que eu quero ser ilumina a estrada como um farol, para que todos possam passar pela ponte, e a ponte é Jesus.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O VALOR DA HONRA A DEUS E AOS NOSSOS PAIS

Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Efésios 6:2

 

    Depois de muito tempo, voltei a escrever em meu blog, confesso que por causa do tempo,postava muito mais no facebook.
Mas, hoje eu quero dar um testemunho de como os preceitos do Senhor alegram nossos corações:
Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos. Salmos 19:8
        Minha mãe há alguns atrás foi diagnosticada com uma enfermidade da classe de leucemia, e como morava em Cuiabá, e eu pastor na 1ª Igreja Batista de Frutal,MG, tivemos que trazer de Cuiabá-MT,  para os devidos tratamentos aqui em Barretos, tenho uma gratidão enorme a PIB de Frutal, que não mediu esforços para traze-la de avião. 
          Seu tratamento deveria ser constante, na verdade uma série de procedimentos; mas nesse ínterim eu e minha esposa fomos comissionados como missionários da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, e partimos para a plantação de Igreja no interior mineiro e minha mãe retornou a Cuiabá, mas o seu estado clínico não foi estável devido a assistência médica especializada que temos aqui no Estado de São Paulo.
          Trabalhavamos na revitalização da 2ª Igreja Batista de Teófilo Otoni- MG, próximo ao sul da Bahia, decidimos que precisavamos mudar para São Paulo, mas conversei com o meu gerente em Minas na época e ele afirmou que não teria como transferir, foi quando decidimos então colocar um pastor em meu lugar na SIB e desligar da JMN e vim para São Paulo, trabalhar numa pequena cidade paulista próxima a Franca, pois assim teria como cuidar de minha mãe em obediência a Sua Palavra.
           Não foi fácil a decisão não, Deus estava abençoado tremendamente o nosso trabalho naquela cidade, orando a Ele, na Sua Palavra ele me respondeu o que deveria : obedecer é melhor que sacrificar.
             D. Julieta é a mãe que Deus colocou para cuidar de mim, hoje eu tenho 49 anos, e aos 35 anos descobrir que era adotivo, foi um choque terrível.
                Mas, agora era minha vez de cuidar dela, como homem e principalmente como um temente a Deus.
                Eu também tinha uma casa própria em São José do Rio Preto,  a qual muito tempo atrás vendi para custear o meu Seminário, já que pastoreava igrejas que não tinham condições de me dar salário e eu precisava do Seminário.
                    Hoje em obediência a Sua Palavra, de honra-Lo e e aos meus pais;  Deus me restituiu o meu imóvel, um apartamento em Franca, próximo ao Hospital do Câncer onde ela dará continuidade ao seu tratamento, e além disso estou fazendo também uma faculdade e continuo em Missões Nacionais.
                      Por isso afirmamos o que está em Sua Palavra:
ele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. 1 João 2:4

                     Á ELE a honra e a glória.

                                                        Pr. Celair Winverson Orlando 

           


 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

RECOMEÇOS
 Como missionários da Junta de Missões Nacionais, estamos novamente em um novo projeto.
E recomeço de projeto, e também em particular essa congregação,  que enfrentou uma divisão e está com apenas 01 irmã ativa. Aqui, sou pastor, professor das crianças(elas me chamam de "Professor" e não pastor), zelador do pátio, lavo o templo.
Parei para meditar enquanto lavava o templo:
que me visse agora, não me daria nem um valor como pastor, afinal, imagina um pastor sendo faxineiro, na rua as crianças me veem e correm para me abraçar, e que abraço sincero e puro, mas gritam: professor; nos que viemos de algumas igrejas em que apenas pastoreava, igreja formada, igreja que também praticamente começava do "zero".

 Acredito que a maioria dos meus colegas de ministério teria vergonha de me comparar a eles.
Mas, na maioria das faxinas que faço no templo, encontro muito cabelos, e penso que alguem deve estar ficando careca, todo dia tem cabelos.
Peço para Jesus ter misericórdia, Ele mesmo disse que nossos fios de cabelos estão contados.