segunda-feira, 28 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
MORRERAM DIÁCONOS
Que Deus continue levantando pessoas qualificadas para servir como verdadeiros diáconos, diaconisas ou servos da igreja. Atos 6, 7, 8 Morreu Atos 7:60 e 8:1 - Morreu o primeiro mártir do Cristianismo e também o primeiro nome na relação dos 7 diáconos escolhidos para servir as mesas e tratar da viúvas. - Morreu não só por ser diácono, mas por ser cheio de fé e do Espírito Santo. (At 6:5) - Morreu por fazer prodígios e grandes sinais entre o povo (At 6:8) e isso incomoda a muitos. - Morreu um homem que viram o seu rosto como de um anjo. (At 6:15) - Morreu aquele que cheio do Espírito Santo, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; (At 7:55) - Morreu aquele que disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus. (AT 7:56) - Foi morto brutalmente aquele que mesmo sendo apedrejado, sem motivo, no último instante de sua vida soube perdoar e pedir de Deus o perdão sobre este pecado daqueles que o apedrejavam. (At 7:60) Estêvão O primeiro nome na lista dos PRIMEIROS DIÁCONOS escolhidos na história da igreja primitiva. Vejamos: Na multidão dos discípulos (At 6:2) foram escolhidos sete homens com o seguinte perfil: - Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio. (AT 6:3) São eles: (At 6:5) 1 Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, 2 Filipe 3 Prócoro 4 Nicanor 5 Timão 6 Parmenas 7 Nicolau, prosólito de Antioquia. Estêvão teve: a) Uma vida no altar do Senhor. (At 6:15) b) Uma vida que tinha intimidade com a palavra de Deus, ao ponto de contar toda a história de que lhe argüiram. (At 7:2-52) c) Uma vida de oração. (At 7:59, 60) d) Uma vida cheia do Espírito Santo. (At 6:3, 5, 10 e 7:55) e) Uma vida íntegra ao ponto de ver Jesus em pé à direita de Deus. (At 7:55, 56) Estêvão foi morto. A partir daí nasceram mais igrejas em outros lugares com a perseguição que se deu à igreja de Cristo. Mais pessoas foram alcançadas e se converteram ao Evangelho de Cristo. Foi Necessário escolher mais pessoas dignas, provadas e aprovadas, ao ponto de em I Timóteo 3:8-13 lermos os requisitos para se escolher um diácono. Vejamos: Da mesma sorte os diáconos sejam: - honestos, respeitáveis, dignos, - não de língua dobre, homens de palavra (Sim, é sim; e não, é não), - não dados a muito vinho, - não cobiçosos de torpe ganância; nem de lucros desordenados; - guardando o mistério da fé numa consciência pura. - e também estes sejam primeiro provados, - irrepreensíveis. - maridos de uma só mulher, - e que governem bem seus filhos e sua casa. Deus continua levantando pessoas para serem diáconos na Sua obra. Pessoas que se dispõem a: a) Ter uma vida no altar do Senhor, independente de onde estiver. b) Ter intimidade com a Palavra de Deus; amando-a e vivendo-a. c) Cultivar uma vida de oração. d) Manter uma vida cheia do Espírito Santo. e) Refletir uma vida íntegra. Dia 13/11 - 2º. Domingo Dia do Diácono Batista Igreja valorize seus diáconos. Diácono valorize sua igreja, seu ministério, seus necessitados. A igreja de Jesus Cristo precisa de pessoas assim, sempre dispostas a servir. O mundo precisa de pessoas assim. Deus a todos abençoe. Na paz do Senhor Jesus Cristo, Rosana Nazar.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
DESDE DE BETÂNIA
Este hino foi composto por Watchman Nee depois da invasão comunista na China, a qual resultaria em sua prisão em 1952. Ela expressa o mais sublime, profundo, doce, saudoso, real, desesperado anelo pela volta do Senhor. A melodia usada é Danny Boy. Impossível não ler sem sentir o coração apertar, tanto de saudade do Senhor quanto de vergonha por não termos o mesmo sentimento…
Desde Betânia
Desde Betânia, quando nos deixaste,
Saudade imensa inundou meu ser.
Não tenho mais tocado a minha harpa –
Como tocar, se a Ti não posso ver?
Na solidão da noite tão profunda,
Fico em silêncio e calmo a meditar
Nessa distância, pois de mim tão longe estás
E há quanto tempo prometeste regressar!
Saudade imensa inundou meu ser.
Não tenho mais tocado a minha harpa –
Como tocar, se a Ti não posso ver?
Na solidão da noite tão profunda,
Fico em silêncio e calmo a meditar
Nessa distância, pois de mim tão longe estás
E há quanto tempo prometeste regressar!
Sem lar, recordo Tua manjedoura,
Olhando a cruz não posso me alegrar.
E Tu me lembras o meu lar futuro,
Mas é a Ti quem mais quero encontrar.
Sem Ti não tem sabor minha alegria;
Doçura, encanto, aos hinos vêm faltar,
Vazios são meus dias, pois aqui não estás.
Senhor, Te peço, não demores a voltar.
Olhando a cruz não posso me alegrar.
E Tu me lembras o meu lar futuro,
Mas é a Ti quem mais quero encontrar.
Sem Ti não tem sabor minha alegria;
Doçura, encanto, aos hinos vêm faltar,
Vazios são meus dias, pois aqui não estás.
Senhor, Te peço, não demores a voltar.
Embora aqui Tua presença eu goze,
De Ti saudade estou sempre a sentir.
Mesmo gozando o Teu amor imenso,
Anseio pelo dia em que hás de vir.
Mesmo na paz me sinto tão sozinho;
Por Ti suspiro em meio do prazer.
Jamais minha alma tem satisfação total,
Pois o Teu rosto amado não consigo ver.
De Ti saudade estou sempre a sentir.
Mesmo gozando o Teu amor imenso,
Anseio pelo dia em que hás de vir.
Mesmo na paz me sinto tão sozinho;
Por Ti suspiro em meio do prazer.
Jamais minha alma tem satisfação total,
Pois o Teu rosto amado não consigo ver.
Com sua terra sonha o peregrino,
Com sua pátria, o exilado, além.
Distante, o noivo pensa em sua amada.
De amados pais, saudade os filhos têm.
Assim também anelo ver Teu rosto,
Ó meu querido e amado Salvador.
Ah! se eu pudesse, agora, a Tua face ver!
Té quando esperarei por Ti, ó meu Senhor?
Com sua pátria, o exilado, além.
Distante, o noivo pensa em sua amada.
De amados pais, saudade os filhos têm.
Assim também anelo ver Teu rosto,
Ó meu querido e amado Salvador.
Ah! se eu pudesse, agora, a Tua face ver!
Té quando esperarei por Ti, ó meu Senhor?
Tu lembras que buscar-me prometeste,
E junto a Ti em breve me levar?
Mas tantos dias e anos já passaram,
Cansado estou e peço-Te lembrar.
Tuas pegadas vejo tão distantes,
E quanto tempo ainda vai passar?
Ansioso clamo a Ti, e peço, ó Salvador:
Oh, não demores! Vem, Senhor, me arrebatar.
E junto a Ti em breve me levar?
Mas tantos dias e anos já passaram,
Cansado estou e peço-Te lembrar.
Tuas pegadas vejo tão distantes,
E quanto tempo ainda vai passar?
Ansioso clamo a Ti, e peço, ó Salvador:
Oh, não demores! Vem, Senhor, me arrebatar.
O dia nasce e morre, e assim as noites.
E quantos santos já não estão aqui
Tanto esperaram pela Tua volta,
E há muito tempo estão dormindo em Ti.
Ó meu Senhor, por que não Te manifestas?
Espesso véu está a Te ocultar –
Quantos remidos Teus estão a Te esperar!
Será que a nossa espera não vai mais findar?
E quantos santos já não estão aqui
Tanto esperaram pela Tua volta,
E há muito tempo estão dormindo em Ti.
Ó meu Senhor, por que não Te manifestas?
Espesso véu está a Te ocultar –
Quantos remidos Teus estão a Te esperar!
Será que a nossa espera não vai mais findar?
Sei que também anseias por voltares
E arrebatar os redimidos Teus.
Por isso peço não mais demorares;
Depressa vem levar-nos para Deus.
Ó vem, Senhor, a Tua Igreja clama;
Não ouves Tua Noiva a Te chamar?
Olhando o céu, saudosa, diz a suspirar:
“Amado Noivo, não demores a voltar!”
E arrebatar os redimidos Teus.
Por isso peço não mais demorares;
Depressa vem levar-nos para Deus.
Ó vem, Senhor, a Tua Igreja clama;
Não ouves Tua Noiva a Te chamar?
Olhando o céu, saudosa, diz a suspirar:
“Amado Noivo, não demores a voltar!”
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
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